Capitã Marvel chega com missão de continuar o legado do MCU

O que tem de poderes ela tem de força de vontade e de superação, é assim que podemos definir Carol Denvers na sua estreia no MCU.

Podemos dizer que esse é um filme de origem tanto da Capitã Marvel quanto de Nick Fury, assim como do Agente Coulson. Além disso, o longa estabelece alguns pontos de ligação do vácuo que ficou desde o primeiro filme do Capitão América e o primeiro filme do Homem de Ferro.

O que é estabelecido nesse filme?

O longa funciona muito bem como um capítulo perdido no MCU, já que a protagonista passa a grande parte do tempo colocando suas memórias em ordem, ou seja, fizeram em um filme o que a Marvel vem fazendo ao longo de todos esses anos.

Uma coisa não se pode negar, o longa mistura elementos de outros filmes do MCU, como por exemplo efeitos visuais semelhantes aos de Doutor Estranho, uma trilha sonora impactante, mas nem tanto quanto a de Guardiões da Galáxia.

A origem da protagonista é bem diferente á apresentada nos quadrinhos.

Carol Danvers é cativante principalmente por conta de seu lado humano e por conta de suas emoções que transparecem pela atuação da ganhadora do Oscar, Brie Larson, que está muito bem no papel.

Algo que chama muito a atenção é o rejuvenescimento digital aplicado em Samuel L. Jackson, que tem 70 anos e aparenta ter algo na casa dos 40, tal efeito já foi utilizado para mostrar Tony Stark novinho assim como em homem formiga no rejuvenescimento do Dr. Pym.

A química dos protagonistas

Nick Fury e Carol Danvers apresentam química pouco vista antes e apresentam uma amizade sincera, coisa difícil de se ver por parte de Fury, aliás conhecemos um outro lado do personagem, que fica por conta das cenas com Goose, a gata.

Anos 90 trazem aquela nostalgia

O longa se passa nos anos 90, mais especificamente em 1995, e junto traz muita nostalgia, seja na música, quanto nos carros, roupas, etc. Até a não saudosa lentidão de eletrônicos como os 486 da época e a internet discada são lembrados.

O bom e velho humor da marvel segue assim como o desenrolar da trama, salvo algumas surpresas que nõ vou contar aqui pra não dar Spoiller. As batalhas do filme são bem diversificadas e esse é um dos diferenciais do longa, seja pelas lutas no espaço, as lutas mano a mano, enfim. O andamento do longa alterna entre trechos de ação e a jornada da heroína para descobrir quem ela é, o ritmo do filme oscila, mas não chega a ser cansativo.

Stan Lee

Logo a famosa abertura da Marvel emociona, com uma grande homenagem a Stan Lee, que foi o criador de personagens como Homem-Aranha, Thor, Pantera Negra e Homem de Ferro e infelizmente nos deixou em 2018. 

Capitã Marvel é um longa essencial para o desfecho desse primeiro grande arco dos Vingadores, resta saber se ela tem o potencial para carregar os Vingadores nas costas nesse próximo arco, pra mim a resposta é SIM!

Minha conclusão é que após assistir esse filme solo dela ficou bem claro que ela será uma peça importante na batalha contra Thanos.

 

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