Tratando de questões como sobre extinção da humanidade e repovoamento da espécie humana sem ser muito complexo, I’ Am Mother é um filme despretencioso e com um roteiro meio preguiçoso, que deixa em aberto algumas lacunas no seu desenvolvimento.

Os produtores e a direção reconhecem o desafio de ir além do entretenimento, tentando abordar diversas questões éticas e morais, porém resultando em uma obra que pouco entretém ou faz pensar.

Todo o longa é focado em em acompanhar uma unidade tecnológica funcionando com o único propósito de repopular a Terra, que ao que tudo indica está passando por algum tipo de contágio.

Com o passar dos anos vemos um robô ensinando uma criança a dormir, comer, andar, estudar etc. Ao se tornar uma adolescente, a protagonista, identificada apenas como Filha (Clara Rugaard), passa a questionar a falta de semelhantes e a natureza daquela unidade

O filme tem um salto no tempo, porém não no engajamento e nem na trama que se mantém apática. O roteiro de Grant Sputore, que também dirige o longa, tenta sugerir uma grande e profunda intimidade entre a entidade mãe que é o robo e a filha, mas a sensação que o espectador tem é que elas se conhecem apenas superficialmente.

Apesar de ser bem pouco interessante, I Am Mother é um filme que busca fazer um comentário mais aprofundado sobre a maternidade.

O longa ganha um grande crescimento no terceiro ato, se mostrando inteligente em um desfecho que, até então, parecia óbvio.

Se você gostou não deixe de compartilhar o post com os amigos que você conhece nas redes sociais porque isso ajuda demais a gente.

Aproveite e salve o Compilação Nerd em seus favoritos (CTRL + D) para depois não esquecer de nos visitar sempre que desejar, pois ficamos muito felizes quando você vem aqui outras vezes, sério ;)

Agora que a notícia acabou assine nosso canal e fique por dentro de tudo que rola no mundo da cultura pop!

DEIXE UMA RESPOSTA

Please enter your comment!
Please enter your name here