Stranger Things mudou a forma como as pessoas assistem a séries de ficção científica e criou um novo paradigma para os seriados do gênero.

É interessante como são desenroladas diversas tramas em paralelo que acabam se conflitando em um único desfecho.

A trama inicial se desenrola em um verão cerca de um ano após os acontecimentos com o devorador de mentes, o grupo que agora são adolescentes, tem que lidar com as dificuldades da puberdade e os atritos causados nos relacionamentos entre eles.

Por outro lado,  nas sombras, a criatura – trancada no Mundo Invertido – começa a abduzir moradores de Hawkins como parte de seu plano de retaliação contra a raça humana.

Esse é um ponto importante, para quem acompanha a série desde a priumeira temporada, pois diferentemente dos anos anteriores, o foco não é exclusivo nos personagens e o mistério sobrenatural.

Com isso, podemos avaliar e acompanhar como se desenvolveu a personalidade e o estado emocional do elenco por conta dos acontecimentos nas temporadas anteriores: Will Byers (Noah Schnapp) sofrendo ao lidar com a mudança de interesses de seus amigos, Dustin (Gaten Matarazzo) que se vê excluído por conta de passar um mês longe dos colegas,  Steve (Joe Keery) que até então era o garoto popular da escola e agora tem que lidar com uma vida abaixo das expectativas trabalhando em uma sorveteria no shopping. Algo que chama a atenção é o lado sentimental de Hopper (David Harbour) que ganha mais destaque pelo fato de o seu personagem ter de aprender como ser pai novamente.

Outra camada da trama se dá por contra do arco sombrio envolvendo o Destruidor de Mentes se apoderando de Billy (Dacre Montgomery). 

O Lado Soviético

Um outro trecho narrativo da trama se dá por conta da atuação de cientistas e militares russos na pequena cidade, que trabalham desde 1984 tentando abrir o portal para o Mundo Invertido.

É o fim?

Ao que tudo indica, a terceira temporada de Stranger Things afirma uma das principais qualidades da série, a capacidade de efetuar mudanças a cada temporada, mas toda essa criatividade, não se reflete nas ameaças ao grupo. 

Fato é que essa temporada dá um maior destaque a fim de desenvolver seus personagens que no último episódio que tem cerca de 1h17 entregam finais conclusivos para os personagens.

Resta saber se com a aparição de outros concorrentes de serviços de streaming de qualidade como Amazon, TimeWarner, dentre outros, se a Netflix vai realmente encerrar aqui a franquia de Stranger Things ou se vai apostar numa quarta temporada, mesmo que sem tantos ganchos para uma eventual  continuação.

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